Apresentação: soberania, energia e desenvolvimento

"Construiu-se o mito da Petrobras quebrada, mesmo ela tendo reservas sempre acima de 20 bilhões de dólares". Felipe Coutinho, engenheiro químico e presidente da Associação dos Engenheiros da Petrobras (AEPET). Foto: Fernando Alvim.Foto: F. Alvim

Publico o vídeo e a matéria sobre apresentação e debate promovidos pelo Clube de Engenharia.

VÍDEO

Pensar a relação entre Ciência e Tecnologia, desenvolvimento nacional e resistência à crise e ao desmonte da engenharia são fundamentais para o surgimento de um projeto de nação soberana para o Brasil. Essa foi a principal reflexão trazida pelos convidados do debate sobre Soberania Nacional que aconteceu no Clube de Engenharia no dia 3 de maio, o segundo do ciclo organizado em parceria com o Comitê Fluminense do Projeto Brasil Nação e que já discutiu, em 12 de abril, o Estado Democrático de Direito e sua relação com a democracia. Os próximos debates tratarão de desenvolvimento econômico e inclusão social. Leia mais

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Eventos históricos da disputa pelo pré-sal e a renda petroleira

charge latuff

Desde a descoberta do petróleo no pré-sal ocorreram eventos geopolíticos e econômicos relevantes. No Brasil contemporâneo, o petróleo e a Petrobras sempre estiveram no centro dos debates entre projetos políticos para o nosso país. Desde a campanha “O Petróleo é Nosso” que interesses contraditórios disputam a narrativa, o senso comum e o poder político para condução nacional. Em 2018, nas eleições gerais, a disputa pelo petróleo e a renda petroleira continua no centro da contenda.

Neste artigo, trato de fatos relevantes desde a descoberta do pré-sal (2006) à privatização acelerada do petróleo brasileiro e dos ativos da Petrobras (desde 2016). Leia mais


“Parceria estratégica” é novo codinome da privatização

Fatias Petro

Pesquisa recente apontou que 70% dos brasileiros são contra a privatização da Petrobrás, enquanto 78% são contra o capital estrangeiro na companhia. (Folha de S.Paulo, 2018) Talvez por isso a atual direção da Petrobras evite usar a palavra “privatização”. Sob o eufemismo “parcerias e desinvestimentos”, o plano estratégico tem a meta de privatizar US$ 34,7 bilhões de ativos da estatal entre 2015 e 2018. Leia mais


Tolice supor que os petroleiros são tolos

O Diretor de Estratégia da Petrobras, Nelson Silva, tenta convencer os funcionários de que é preciso privatizar US$ 21 bilhões até o fim de 2018. Para isso apresentou informações incompletas sobre as multinacionais privadas, esqueceu mais uma vez da Shell e repetiu falácias sobre a Petrobras.

Os petroleiros já sabem que o verdadeiro objetivo da atual gestão é a privatização, por partes, dos ativos rentáveis da Petrobras. Sabemos que a escolha do indicador de alavancagem, da meta de 2,5 e do prazo de 2018 são arbitrários. São as consequências da meta de privatização e não o contrário. Trata-se de uma falácia, de inversão de causa e efeito, que é repetida muitas vezes. Leia mais


“Fábrica de Ideias” em defesa da Petrobras

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A Associação dos Engenheiros da Petrobrás – AEPET – é uma fábrica de ideias em defesa da companhia.

É necessário perguntar:

Defender a Petrobrás de quem? De quais interesses?

Em favor de quem? Leia mais


Nota sobre acordo de pagamento de US$ 2,95 bi aos acionistas dos EUA

Nossa Associação recebeu com tristeza e indignação a informação de que a atual direção da Petrobrás acordou pagamento de quase dez bilhões de reais aos acionistas norte-americanos, para encerrar ação movida na corte de Nova Iorque. Leia mais


Petrobras 2017: o ano em que a verdade é aceita como evidente por si própria

“Caiu a ficha! ”. Nos telefones públicos, orelhões, quando se completava a ligação a ficha caia. A expressão quer dizer que esse é o momento em que se passa entender alguma questão. Esse é o fato marcante para a Petrobrás em 2017. A verdade passou a ser aceita por si própria, sem ser ridicularizada ou rejeitada com violência. A maioria dos petroleiros e dos brasileiros percebeu a “Construção da Ignorância sobre a Petrobrás”. A partir de agora é evidente que a Petrobrás não está (e nunca esteve) quebrada, que não precisa vender seus ativos para reduzir a dívida, que a privatização prejudica o fluxo de caixa e compromete o futuro que já se torna presente. Leia mais