A realidade desafia a estratégia atual da Petrobras

Retorno sobre vendas

Neste artigo, em cooperação com o economista Cláudio Oliveira, avaliamos criticamente a mensagem do Diretor Nelson Silva aos funcionários da Petrobras. Desenvolvemos um contraponto em relação a estratégia corporativa da Petrobras sob o comando de Michel Temer e Pedro Parente.

Insistir na atual estratégia de focar na produção de petróleo cru e privatizar os ativos que aumentam seu valor é confrontar a realidade. Mais sensato é mudar a estratégia, agregar valor ao petróleo, interromper a venda de ativos e preservar a atuação corporativa integrada, o que garante a geração de resultados diante da variação dos preços do petróleo. Enfim, é preciso entender a realidade, mudar o plano estratégico e parar de enfrentar desnecessários desafios auto impostos. Ao invés de errar no planejamento, culpar a realidade e insistir no erro esperando que a realidade mude, é melhor compreender a realidade e mudar o rumo estratégico. Leia mais

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3 respostas para “A realidade desafia a estratégia atual da Petrobras

  • Miguel Roberto Seixas Chagas

    Olá, li o documento que está acessível através do hiperlink “Leia Mais”, que contém informações bem interessantes e pelo qual parabenizo os autores. Uma dúvida me surgiu: se há informação que permita deduzir do consumo de óleo associado aos países desenvolvidos (com IDH alto) a parcela usada para mero aquecimento, considerando que quase todos os países nesse estágio têm clima muito frio (Canadá e Noruega, por exemplo) portanto usam combustível fóssil para esse fim, o que penso ser ínfimo no Brasil e em outros países tropicais. Em outras palavras, seria obtido um indicador que permitiria a comparação mais realista entre os consumos de fósseis usados efetivamente para as atividades econômicas e sociais em todos os países. Não sou especialista em energia, apenas um curioso. Se o consumo para fins de aquecimento for relativamente desprezível, ainda assim ao menos essa informação seria interessante, a meu ver. Agradeço a atenção.

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    • Miguel Roberto Seixas Chagas

      Peço desculpas, na verdade o comentário anterior que fiz refere-se ao documento que está acessível via o hiperlink “julho 2017”. Ao conferir o hiperlink “Leia Mais” para esta página, vi que havia cometido esse engano.

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  • Ivan Fonseca

    A estratégia da atual Direção está correta no sentido de recuperar o equilíbrio econômico financeiro.
    Discordamos na dosagem do remédio e citamos o desmonte da indústria brasileira causado pela aceitação das condições, impostas pelos interesses das grandes empresas petrolíferas e bancos internacionais, para que as encomendas das unidades flutuantes sejam contratadas em estaleiros asiáticos.
    É necessário estabelecer um prazo para proteção da indústria local até que nossos entraves historicos que encarecem os “custos de fazer no Brasil” sejam removidos, como EDUCAÇÃO, TECNOLOGIA, TRIBUTOS, BUROCRACIA, LOGÍSTICA, INFRAESTRUTURA, etc
    Nenhum setor absolutamente nenhum setor da indústria brasileira resiste à exposição neo liberal de concorrência direta com os asiáticos, nem mesmo os países mais desenvolvidos do mundo conseguem essa façanha.
    Como já disse no início, é preciso REVER A DOSAGEM pois ninguém discorda de que a Empresa deve buscar equilíbrio econômico-financeiro

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